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Sensor de intrusão: quais as tecnologias ideais para cada ambiente

O sensor de intrusão é um dos meios de proteger residências e empresas de invasões. Ele é capaz de detectar imediatamente se alguém entrou no local e, conectado a centrais de monitoramento, pode inibir que ações mal intencionadas ocorram. Ao lado das câmeras e alarmes, é um equipamento essencial para garantir o máximo de segurança.

Mas há diferentes tecnologias disponíveis no mercado hoje. Cada uma delas foi pensada para contextos específicos: áreas abertas, semi abertas, fechadas, com janelas, com portões ou muros. Por isso, na hora de projetar um sistema de segurança em casa ou na empresa, é comum que surjam dúvidas: qual a aplicação de cada um? Que tipo funciona melhor para cada ambiente?

Neste artigo, vamos falar sobre os diferentes sensores de intrusão e quais tecnologias funcionam melhor em cada caso. Continue lendo para saber mais!

Como funciona o sensor de intrusão

Os sensores de intrusão podem ser classificados, de forma geral, em três tecnologias de detecção:

Sensor de barreira

Essa tecnologia utiliza sensores em pares (um transmissor e um receptor) para formar uma barreira de proteção em linha reta, com feixes de infravermelho invisíveis a olho nu. Ela identifica a presença de quem ultrapassa essa barreira. Geralmente é aplicada sobre muros e alambrados, mas também é possível empilhar sensores para criar uma barreira vertical para proteger janelas, portas e locais sem muro, por exemplo. Outra aplicação é para complementar cercas elétricas em portões e locais de passagem.

Sensor de movimento

Nesta categoria se encaixam diferentes tecnologias de detecção: deslocamento de calor ou de massa. Como o próprio nome sugere, esses sensores são capazes de identificar a presença de alguém pelo deslocamento de calor do próprio corpo ou, para o caso de serem utilizados isolantes térmicos, pelo próprio deslocamento de massa. Há no mercado sensores com inteligência para distinguir animais domésticos de 20 a 35 Kg, evitando disparos acidentais.

Sensor de abertura

Esse tipo de sensor foi criado para captar, por meio da variação do campo magnético, o impacto gerado na abertura de portas e janelas. Desta forma, servem para proteger os acessos da casa ou empresa, com opções para diversos tipos e tamanhos de portas e janelas – de vidro, aço, madeira etc. Há modelos robustos que suportam impactos de até 2 toneladas e também modelos mais simples, de fácil instalação, sem fio, que não alteram a estrutura da residência ou empresa.

Para cada uma dessas tecnologias de detecção, há uma variedade de modelos disponíveis. A seguir, vamos ver o que considerar na escolha do sensor de intrusão para cada ambiente.

Escolhendo o sensor de intrusão ideal para cada ambiente

Para escolher o melhor tipo de sensor de intrusão para cada ambiente, o ideal é contar com um instalador, que observe as características do local e indique a melhor solução com o melhor sistema de detecção de intrusão. Isso porque cada local tem suas especificidades, e tudo deve ser considerado: se é aberto, semiaberto ou fechado, qual a área que precisa ser protegida, o que há no entorno, os tipos de portas e janelas e muito mais.

A seguir, vamos dar algumas dicas:

Sensores para áreas externas

Dois dos pontos essenciais ao planejar o sistema de intrusão de áreas externas são:

  • O desgaste dos equipamentos por conta da exposição ao sol, chuva e poeira – eles precisam contar com um grau de proteção para que o funcionamento não fique comprometido.
  • Distinção de animais de pequeno porte, como cachorros e gatos – para que não haja disparos falsos.

Nas áreas externas, os sensores de barreira são os mais indicados para os muros, pois criam uma proteção ao redor de toda a residência.

Se houver um caminho muito longo entre o muro e a casa, por exemplo, pode-se complementar a segurança com sensores de movimento específicos para áreas externas, que podem tomar sol, chuva e poeira, além de identificar animais de pequeno porte.

Sensores para áreas semi abertas

Ao contrário das áreas abertas, os locais semi abertos – como churrasqueiras e varandas – não exigem uma preocupação tão grande com o desgaste dos equipamentos por conta da exposição ao sol, chuva e poeira, uma vez que estarão protegidos.

No entanto, ainda é preciso utilizar sensores capazes de diferenciar animais de pequeno porte para não haver disparos acidentais.

Sensores para áreas internas

Para proteger as áreas internas das residências e empresas, a melhor estratégia é utilizar sensores magnéticos para portas e janelas. Na hora de escolher, duas coisas devem ser levadas em conta: o material (aço, vidro, madeira) e a distância de abertura (espaço do encaixe). Se a distância de abertura suportada pelo sensor for inferior à da porta ou janela em relação ao batente, ele pode disparar com um caminhão que gere trepidações ao passar na rua, por exemplo. Logo, é preciso ter cuidado na avaliação.

Nos cômodos internos, pode-se utilizar sensores mais simples – com tecnologia infravermelha e identificação de animais de pequeno porte. Para corredores, vitrines e prateleiras, pode ser necessário adotar sensores mais específicos. Além disso, se houver algum ambiente que precise de uma segurança extra – como salas com cofre ou joalherias -, pode-se optar por sensores mais sofisticados, com detecção de deslocamento de massa, caso haja a tentativa de burlar os sensores com uma manta térmica, por exemplo.

Sensor de intrusão: a tecnologia certa para cada necessidade

Assim como há diversos fatores a serem considerados para escolher o sensor de intrusão mais adequado para cada ambiente, há muitos modelos e tecnologias disponíveis.

Fatores técnicos como o ângulo de abertura e o alcance dos sensores de movimento e de barreira são essenciais. Também é preciso avaliar a qualidade e resistência dos materiais para sensores externos, a sensibilidade para evitar disparos acidentais e a forma de detecção mais adequada para cada situação. Por fim, contar com tecnologia avançada com processamento digital e comunicação sem fio com o monitoramento também colabora para garantir a segurança total.

Fonte: Intelbras

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