fbpx

Segurança residencial: 7 perguntas e respostas

Portões altos e fechados. Cacos de vidro nos muros. Luz acesa e televisão ligada quando todo mundo sai. Placa dizendo “cuidado, cão bravo” na entrada. As velhas estratégias para inibir invasores e evitar furtos não são mais tão efetivas: os ladrões já não se intimidam tanto e sabem quando uma casa está vulnerável. Por isso, a segurança residencial merece mais atenção. E então, como você está protegendo sua casa?

A tecnologia é a melhor solução para manter sua residência 100% segura. Câmeras, sensores, alarmes, fechaduras eletrônicas, porteiros virtuais e outros equipamentos compõem um sistema moderno, capaz de impedir crimes ou, caso ocorram, agir rapidamente. Mas muita gente ainda pensa que o investimento necessário é alto demais e não faz ideia por onde começar.

Neste post, reunimos as principais perguntas sobre segurança residencial e trouxemos as respostas. Confira!

1. Qual a importância de proteger a casa?

A segurança residencial é cada vez mais importante, uma vez que os índices de criminalidade são crescentes – principalmente nas grandes cidades – e os bandidos têm táticas para agir sem serem identificados e pegos. Eles observam a rotina dos moradores, identificam pontos vulneráveis e planejam a ação com cuidado. Por isso, é preciso ser mais esperto e garantir a segurança do patrimônio, da sua família e até dos animais de estimação.

2. Como melhorar a segurança de casa?

Mapeando as vulnerabilidades e investindo em sistemas de segurança residencial. As rotinas da família, horários de entrada e saída e tempo que passam fora são momentos de risco. As tecnologias ajudam a controlar o acesso, monitorar a residência à distância e agir rapidamente caso algo ocorra.

3. Quais pontos da casa é mais importante dar atenção?

Os pontos que merecem mais atenção são: área externa, portões, portas e janelas. Garagens, jardins, piscinas e outras áreas que são menos frequentadas ou distantes da casa precisam de um cuidado extra. Os locais com pouca ou nenhuma iluminação também são um risco. As soluções mais indicadas dependem das características de cada casa.

4. Como funciona um sistema de segurança residencial?

Um sistema completo utiliza equipamentos e tecnologias para detectar e impedir invasões em casa. Ele pode ser composto por câmeras de monitoramento para acompanhar à distância o que está acontecendo na residência, gravadores para registrar as imagens das câmeras, sensores de intrusão para detectar movimentos suspeitos e alarmes. O disparo de um alarme pode tanto alertar os moradores e vizinhos, quanto acionar uma central de segurança, contratada para tomar as medidas necessárias e impedir a ação criminosa.

5. Quais equipamentos são necessários?

Depende de diversos fatores: tamanho da casa, características de acesso (se tem portões, muros, jardim, churrasqueira etc) e dos objetivos. Cada casa tem um projeto de segurança diferente. É possível, por exemplo, ter apenas uma câmera para fazer o monitoramento pelo aplicativo do smartphone. No entanto, os sistemas mais completos costumam ter: câmeras, gravadores, sensores de intrusão, alarmes, fechaduras digitais, porteiros eletrônicos e outros equipamentos.

6. O que é preciso para montar um sistema de segurança residencial?

O mais indicado é contar com a ajuda de um profissional para desenhar o projeto e realizar a instalação seguindo normas e recomendações de segurança. Ele é capaz de identificar quais os pontos vulneráveis e escolher as melhores soluções tecnológicas para o cenário.

9. Quanto custa um sistema de segurança para casa?

O investimento necessário para um projeto de segurança residencial depende das características da casa, objetivos e necessidades do proprietário. Mas hoje é possível contar com tecnologias com um preço acessível, como câmeras de segurança para videomonitoramento.

7. Qual o melhor tipo de câmera de segurança?

As câmeras IP são a tecnologia mais moderna para sistemas de monitoramento de segurança. Estas câmeras têm alta qualidade de imagem, instalação fácil e uma série de recursos, como o monitoramento por aplicativo no smartphone. Os modelos de entrada das câmeras Wi-Fi são acessíveis e recomendados para projetos residenciais.

Fonte: Intelbras