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por Fernando Calil

Minha vida profissional está pautada em empresas familiares.

Foram 25 anos de trabalho em empresas familiares de várias origens. Nelas, percebi algumas características que são comuns a todas: o amor pelo negócio, a valorização dos funcionários, a preocupação pela marca/produtos/pessoas e o ponto mais importante para a perpetuidade da empresa a preocupação com a sucessão.

Criei uma teoria que diz que o fundador, independente de suas competências, foi quem teve arrojo, coragem e competência para criar o negócio e mantê-lo em operação. Em geral, eles procuram criar os filhos com mais “regalias” que tiveram e com isso não desenvolvem neles a mesma capacidade de empreender. No momento que os filhos assumem, em geral os pais (fundadores) ainda estão vivos e ativos e conseguem nortear os filhos.

O grande problema é quando os netos assumem. Nesse ponto, os fundadores já não estão presentes/ativos e os filhos deles não tiveram a mesma sagacidade dos pais. Pode parecer confuso, então vou recorrer a um ditado popular que resume muito bem isso “Pai rico, filho nobre e neto pobre”.

Apesar da obviedade, as empresas que mais se desenvolveram foram as que tiveram coragem de tirarem os familiares da gestão ainda na 2 geração.

por Fernando Calil

Gerente de Canal Varejo e Distribuição – Brasil

Especializado no departamento comercial (Vendas, Marketing e Inteligência Competitiva), principalmente no mercado de IoT, Automação Residencial e Materiais Elétricos.

Engenheiro de Produção formado na POLI – USP com MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas.

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