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Por Fernando Calil

Escuto muito essa expressão em diversos segmentos da nossa economia. Escuto na indústria de moda, culinária, televisiva, cervejaria e muitos outros. Até na vida pessoal ultimamente se escuta falar muito no movimento minimalista.

Basicamente o que prega essa expressão é a capacidade do ser humano em simplificar tudo e viver com o mínimo possível.

Vejo que essa expressão agora vem ganhando “musculatura” também no mundo corporativo. Quanto maior a empresa, de uma forma geral, mais burocrático e complicado ficam os seus processos internos.

Os processos ficam tão complexos e confusos que em muitos casos a missão da empresa que normalmente é encantar o cliente se perde no meio desses processos. É natural que com o aumento de uma empresa se tenham mais profissionais, organograma maiores, interesses departamentais, porém tem que se tomar um cuidado tremendo para que a “alma” da empresa não se perca nessa “malha” improdutiva que foi criada. E quando se chega nesse ponto caótico que é necessário algumas reflexões, sendo que a principal deve ser – COMO POSSO SIMPLIFICAR. E simplificar, nesse momento, normalmente é muito mais dificil do que manter o Complicado.

Se não Simplificar novamente a empresa não crescerá – “MENOS É MAIS”

por Fernando Calil

Gerente de Canal Varejo e Distribuição – Brasil

Especializado no departamento comercial (Vendas, Marketing e Inteligência Competitiva), principalmente no mercado de IoT, Automação Residencial e Materiais Elétricos.

Engenheiro de Produção formado na POLI – USP com MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas.

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