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No modelo de negócio B2C é comum que as compras sejam feitas com apenas um clique, seja o almoço, o carro de aplicativo ou qualquer outro produto para consumo próprio. No B2B esse processo também está modernizando, embora ainda tenhamos uma parcela de empresas que ainda lida com processos manuais. A notícia boa é que a transformação digital vem chegando com força e fazendo com que os números da venda entre empresas cresçam significativamente. Para termos uma ideia, segundo o projeto E-commerce Brasil, o modo como as empresas compram já é digital, cerca de 76% das compras B2B se iniciam online, através de pesquisas de produtos e fornecedores.

Outro dado divulgado recentemente impressiona: 95% das compras online são feitas em marketplaces. São números que direcionam as empresas à inovação, fazendo com que se adequem aos processos otimizados a fim de acompanharem o crescimento das concorrentes. Porém, sem planejamento e conhecimento não tem como seguir em frente. Em 2020, os marketplaces representavam 51% do faturamento do setor – segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Entre eles, Amazon, Americanas, Casas Bahia, Centauro, Extra, Kanui, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shoptime e Submarino protagonizam o cenário de expansão. Mas esses são apenas alguns dos canais geradores de bons negócios no comércio digital.

“No B2C, por exemplo, também segundo a Associação, o crescimento do e-commerce atingiu 68% em 2020, chegando a R$ 126,3 bilhões com 11% de participação de mercado. Nesse modelo de negócio, a modalidade já ocupa 78% de participação do comércio eletrônico, segundo o Ebit|Nielsen. Para quem deseja ter seu catálogo de produtos exposto para milhões de usuários, um hub que simplifique operações é o caminho certo. A tecnologia é capaz de descomplicar as operações de vendas nos marketplaces e permitir que o gestor foque no que mais importa: fazer seu negócio crescer”, diz Eduardo Oliveira, CEO da F1 Commerce e especialista em e-commerce. 

Por isso, um hub de marketplace deve se apoiar em quatro pilares essenciais: otimização de processos; gestão centralizada; integração total com o ERP e a possibilidade de dashboard e informações gerenciais. Porém, podemos ir além: funcionalidades que também facilitem a gestão de pedidos, bem como o cadastro único e centralizado de produtos, faz toda diferença. 

“Outro ponto fundamental para acompanhar esse crescimento, é possuir um eficiente processo de política de preço por canal de vendas, integração de nota fiscal, rastreio de pedido e a sincronização de estoques e reservas. Dessa forma, vende-se bem nos marketplaces sem precisar de uma loja virtual”, revela.

By rt360