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Entrevista: Mauro Rocha sobre o impacto do Coronavírus no mercado de tecnologia

Em entrevista exclusiva, Mauro Rocha,  Jornalista, RP, Curador de Marcas e Sócio proprietário da DAAZ Comunicação, comenta sua análise sobre os impactos da pandemia do Covid-19, o Coronavírus, sobre o mercado de tecnologia. 

RT360 – Quais os impactos previstos do coronavírus para o mercado de tecnologia?

Já acontecem desde 14 de novembro de 2019 quando o primeiro caso no mundo foi detectado na China. Ao que parece aquela máxima que dizia dos produtos chineses “xinguelingues”, não se confirma. Toda a infraestrutura de componentes eletrônicos (seja para a função destinada), passa pela manufatura e desenvolvimento chineses. Assim, a China é um dos principais criadores e fabricantes de tecnologia. O fato da covid-19 ter surgido em seu território provocou um efeito sem precedentes na economia mundial, capitalizada pelo dólar e construída pela commoditie tecnológica chinesa. O Impacto não será sentido somente no setor tecnológico, mas também no automotivo, de saúde, financeiro entre outros.

RT360 – Há algum planejamento para essas primeiras semanas das empresas com seus clientes?

Sim. Planos de gestão de crises e contingenciamento já foram montados e vêm sendo executados desde a última sexta-feira (13). Em sua grande maioria a rotina profissional readequada para o home office – isto para que pode, é claro.

RT360 – Quais dicas daria para seus clientes manterem seus negócios e projetos?

Vale a máxima de que na crise e com planejamento e inteligência é possível sair melhor do que se entrou nela. A pandemia já é uma realidade e a adequação aos novos processos devem ser os primeiros pontos de ataque. Com melhor fluxo de clientes nas lojas físicas, pode-se lançar mão de incrementar as vias do e-commerce e marktplaces. O desafio das entregas está sendo vencidos por soluções simples e que não impactem em contatos físicos. A Loggi, serviço de entregas rápidas, não mais pedirá a assinatura no touch dos celulares dos motoqueiros para buscar e entregar documentos, bastará informar nome e o documento – tanto na entrega quanto na retirada. 

Algumas iniciativas das empresas privadas vêm sendo tomadas e com sintonia ao momento e sem deixar de vender o peixe. O Burger King doará parte dos lucros de suas vendas ao SUS, a fim de que se possa equipar melhor os hospitais da rede pública no atendimento dos infectados. Contudo a melhor iniciativa, até aqui, é do Mercado Livre que utilizando recursos de semiótica, mudou sua marca para adequar ao momento atual.

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Mauro Rocha,  Jornalista, RP, Curador de Marcas e Sócio proprietário da DAAZ Comunicação

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