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Como empresas de Segurança Eletrônica e Videomonitoramento inteligente podem contribuir neste cenário do Covid19?

Maurício Ciaccio
Maurício Ciaccio, Diretor Comercial Avantia

Maurício Ciaccio, em entrevista especial para a RT360 – Revista Tecnologia 360, conta que a Avantia – referência no setor – tem muito a agregar neste momento do país. O diretor comercial da companhia, acredita que a inteligência artificial, machine learning e todas as tecnologias digitais e mobile, desenvolvidas pela empresa, farão bastante diferença neste cenário de insegurança e crise econômica.


RT360 – Como a propagação do novo Coronavírus deve impactar o mercado de segurança eletrônica?

Com as empresas mais vulneráveis e com menos pessoas em campo devido ao isolamento social, este período pode ser uma oportunidade para indivíduos mal-intencionados, dispostos a fazer saques, roubos, invasões. É possível que este mercado tenha crescimento, na contramão da economia do país e do mundo. Ainda que hoje temos tecnologias de Inteligência Artificial que permitem monitoramento remoto e a execuções de ações à distância, por meio de análises de áudio e de som, capazes de identificar ocorrências e prever situações de risco. No caso dos processos, o videomonitoramento pró ativo também faz a diferença, pois permite o controle desses. 

RT360 – Alguma novidade tecnológica nesta área que pode contribuir fortemente no controle e na redução da propagação da Covid-19? 

São inúmeros os exemplos de soluções e analíticos que podem ser utilizados para monitorar ambientes e processos neste momento de pandemia. Por exemplo, aproveitando o legado do cliente, podemos incluir inteligência artificial e ajudar a monitorar o fluxo de pessoas e movimentações, evitando situações de aglomeração, ou mesmo prevendo situações de risco e agindo proativamente.
Indo além, podemos utilizar a inteligência até mesmo para garantir a adoção e execução de boas práticas, como a limpeza de ambientes e higienização de pessoal. Em um hospital, por exemplo, podemos monitorar o uso de EPIs entre os colaboradores e evitar que a contaminação se alastre.
Há analíticos preparados não só para monitorar se a tarefa está sendo executada conforme o protocolo, mas se tem sido feita, por exemplo, em horários estipulados.

RT360 – Como você vê o mercado brasileiro de segurança eletrônica brasileiro após a pandemia?


Acredito que, no geral, todos os segmentos serão impactados, mas alguns segmentos, chamados de “segmentos essenciais”, que incluem saúde, segurança pública e limpeza urbana, acabarão sofrendo menos. Como citado acima, estamos na contramão e recebemos solicitações de propostas para serviços como monitoramento remoto, controle de área ou perímetro, análise de invasão, entre outros, que possam ajudar a proteger um negócio, mesmo que à distância. Precisamos concordar que os riscos aumentaram e seguirão aumentando nos próximos meses de forma significante e alguns segmentos sofrerão de forma mais direta, como o varejo, em lojas e supermercados, por exemplo. 

RT360 – Quais são as tendências em videomonitoramento inteligente para os próximos cinco anos visando uma nova Era? Pode citar exemplos de novas tecnologias e soluções.

Estamos sempre atentos às tendências internacionais, novas tecnologias e processos de inovação através de participação em fóruns e congressos, além disso, os executivos da Avantia têm metas para conclusão de cursos anuais e temos diversos programas internos para a propagação destas informações. Também estamos atentos à nova Lei Geral de Proteção e Dados, para proteger as informações pessoais que são possíveis detectar através da tecnologia. Tendências como analíticos de processos e de EPIs, bem como, analíticos de áudio são uma delas.
Não temos como negar que a Nova Era será ainda mais digital. Este é um caminho sem volta. Estamos atuando muito mais de forma remota, e muito mais conectados. Muito mais dados são armazenados em nuvem, e são acessados de forma muito mais eficaz.
Nós temos na Avantia, o Avantia Labs, que é composto por um time de mais de 40 jovens, que desenvolvem soluções próprias e, claro, digitais. Certamente novos apps surgirão, para facilitar a nossa nova forma de viver, de nos relacionar e principalmente, de nos proteger.

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