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A revolução digital do Varejo de Material de Construção

Segundo o Sebrae, as lojas de materiais de construção representam o terceiro maior segmento do varejo em número de empresas e é constituído por quase 170 mil pequenas lojas em todo o Brasil. A grande maioria das lojas de materiais de construção no Brasil são de empresas familiares, com até 20 funcionários e menos de 500 metros quadrado de área. Trata-se de um segmento caracterizado pela simplicidade e por poucos avanços tecnológicos, tanto nos produtos comercializados, como na forma e modelo de comercialização. Além dos concorrentes locais, elas enfrentam também a concorrência das grandes lojas (Home Center´s) que em regra geral conseguem obter melhores preços e oferecer melhores condições de pagamentos aos seus clientes, devido ao seu grande poder de barganha. Os Home´s investem também muito em publicidade e promoções, provocando no pequeno e médio varejo a necessidade de se diferenciar. E essa diferenciação até o momento sempre foi feita através do atendimento personalizado, acessibilidade rápida e relacionamento na região que está localizada.

Com a chegada do Covid 19, o varejo como um todo sofreu um “grande susto”. Ainda estamos no meio da pandemia, mas já temos algumas convicções – O VAREJO NÃO SERÁ O MESMO APÓS A PANDEMIA. O varejo mudará e, possivelmente, o varejo de material de construção, terá as maiores revoluções tanto na forma de comercialização/ vendas, como nos produtos a serem comercializados. – Revolução Digital.

Em relação a comercialização e o modelo de vendas, seguramente as lojas estarão muito mais integradas ao mundo digital. Está sendo muito usado o termo – FIGITAL –  que é a fusão do mundo Fisico com o Digital. O varejo se apropriará muito mais das ferramentas disponíveis para estarem mais presentes na vida do consumidor, não de uma forma física, mas sim de uma forma virtual. Percebe-se que as ferramentas de mensagens instantâneas, redes sociais, e-commerce  serão potencializadas e usadas com muito mais frequência e intensidade, pois em muitos casos ele tem um bom retorno com investimentos baixos.

Já em relação aos produtos comercializados, possivelmente teremos as maiores mudanças. A conectividade e a energia serão integradas, possibilitando ao cliente monitorar, acionar, controlar e fazer a gestão de sua casa remotamente. Novos produtos que incorporam inteligência artificial serão disponibilizados aos consumidores. Os profissionais desse segmento terão que se qualificar e ter novas competências. O eletricista, por exemplo, terá que ter conhecimento da parte de redes, pois a integração de energia com a rede só será possível com o conhecimento multidisciplinar. Muitas oportunidades serão geradas para os profissionais que estiverem qualificados para esse novo formato.

Enfim, a revolução digital que seria feita em passos lentos em situações normais, com a crise será acelerada e certamente mudará a configuração desse mercado. Quer saber as novidades e tendências desse segmento é só nos seguir no Instagram @infomatcon

Fonte: INFOMATCON