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A nova liderança causada pela Transformação Digital

Em meus artigos e posts, muito falo sobre Transformação Digital, com as mudanças nos modelos de negócios comerciais como “Uber”, “Yellow”, “Airbnb” e “Netflix”, porém dentro de toda essa transformação, as lideranças nas empresas estão em constantes mudanças também, as quais compartilham princípios e propósitos verdadeiros e que faça sentido à vida das pessoas.

Inclusive ontem estive em uma palestra sobre uma nova solução de mercado que utiliza inteligência artificial para análise e decisão de investimentos em ações, e uma das questões que foram levantadas por um jovem durante esta palestra, foi referente a “frieza” deste robô, ou seja, ele analisa somente números e tendências ou também analisa os impactos sociais que essa empresa vem causando? Pois isso, está passando a ser cada vez mais importante dentro do contexto social e econômico.

Com isso, tem-se o conceito de “Quarto Setor” que é formado por organizações com ou sem fins lucrativos e que possuem em seu DNA o propósito de impacto social e consequentemente a lucratividade, aumentando não somente o capital da empresa, mas também criando impactos positivos nas pessoas e no planeta.

Por este motivo, surge a necessidade de um propósito real e verdadeiro dentro de cada empresa, dando motivos realmente palpáveis e tangíveis para todos envolvidos, desde o nível operacional até o CEO. Inclusive, o conceito de organização, segundo Chiavenato é:” um sistema de recursos que procura realizar algum tipo de objetivo (ou conjunto de objetivos)”, ou seja, quando há clareza e tangibilidade dos propósitos e objetivos, todos irão para a mesma direção, atingindo resultados satisfatórios e melhor ainda que isso, haverá sinergia entre as pessoas e a empresa.

Ainda neste contexto de nova liderança, além desta questão do impacto social e propósitos reais e que são seguidos, surge também algo conhecido como “Empowerment”, que é uma prática fundamental para libertar a empresa da centralização das decisões, o que consequentemente a torna pouco ágil no mercado atual (e que pode resultar em seu fracasso). Essa prática é basicamente a adoção da delegação de responsabilidades as pessoas, criando uma espécie de “owner” de projetos ou atividades gerando algo extremamente importante para a nova geração, o compartilhamento de responsabilidades e liderança compartilhada. 

Por Victor Carrero

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