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Lugares seguros: saiba o que é preciso para reconhecer um

Você se sente seguro em grandes espaços públicos? Já parou para observar se shoppings, supermercados, estádios, aeroportos e outros são de fato lugares seguros de se frequentar? Grandes aglomerações ou locais por onde circulam muitas pessoas podem esconder alguns riscos se não estiverem em dia com as boas práticas de segurança. É preciso que vários procedimentos e equipamentos estejam integrados para ajudar na prevenção de acidentes e dar proteção ao público.

Os responsáveis pela administração destes espaços têm a obrigação de estarem atentos, prevenir situações de risco e zelar pela segurança de todos. Neste artigo, listamos alguns dos principais dispositivos que devem estar presentes em grandes ambientes. Veja as dicas e confira se os lugares que você frequenta zelam pela sua segurança.

Lugares seguros devem ser bem sinalizados

A comunicação é fundamental para garantir lugares seguros. A norma da ABNT NBR 13434 regula a sinalização contra incêndios e pânico em espaços públicos e comerciais, identificando saídas, localização de escadas, elevadores, banheiros, extintores de incêndio, mangueiras, portas corta-fogo, presença de materiais inflamáveis, eletricidade de alta voltagem, etc. As sinalizações devem estar posicionadas em locais claros e visíveis a todos, e caso o ambiente esteja escuro, as informações devem estar iluminadas.

Ao chegar em um espaço pela primeira vez, vale observar a sinalização e memorizar pelo menos onde se encontram as saídas de emergência mais próximas. Lugares seguros também costumam ter identificação de “ponto de encontro”. Você pode combinar com sua família ou amigos de utilizá-las em caso de emergência.

A legislação brasileira também exige a presença de luzes de emergência para tornar os lugares seguros. A maioria dos equipamentos atuais de iluminação emergencial utiliza lâmpadas de LED. Elas são extremamente econômicas, consumindo cerca de 85% menos energia que as lâmpadas fluorescentes. Geradores de energia emergenciais também são obrigatórios em hospitais, shoppings, aeroportos, shows e outros grandes eventos.

Fique de olho em equipamentos de proteção contra incêndio

Segundo estatísticas, o ano de 2018 teve 531 ocorrências de incêndio estrutural. Dentre os estabelecimentos mais atingidos estão os comerciais — lojas, shoppings centers e supermercados. Essa categoria somou 190 registros — à frente apenas de depósitos, que sofreram 114 ocorrências. Os sistemas de detecção de incêndios são fundamentais para a prevenção de ocorrências deste tipo em lugares seguros.

Um bom sistema de detecção de incêndios é composto por vários equipamentos e dispositivos. Alguns deles têm a função exclusiva de identificar focos de incêndio, como os detectores de fumaça, enquanto outros dispositivos são focados em avisar aos responsáveis sobre uma ocorrência e sinalizar a situação para as pessoas presentes.

Além disso, lugares seguros devem ter também: extintores de incêndio, mangueiras de emergência, hidrantes, escadas auxiliares, sprinklers, portas corta-fogo, etc. Fique atento também aos acionadores manuais endereçáveis — as populares caixinhas vermelhas de alarme, protegidas por um vidro que deve ser quebrado manualmente em caso de fogo.

Atenção às câmeras de monitoramento, centrais de alarme, sensores e equipe de segurança

Lugares com grande circulação de pessoas também devem contar com sistemas de vigilância eletrônica, que são compostos pelas câmeras de monitoramento (CFTV) e centrais de alarme e sensores. As câmeras ajudam a acompanhar os acontecimentos em tempo real e ao serem integradas aos gravadores permitem o arquivamento e organização das imagem para consulta posterior, caso seja necessário. Câmeras de altíssima resolução, como as 4k, e as que permitem funções de monitoramento inteligente oferecem ainda mais segurança ao ambiente.

A evolução tecnológica permitiu que com o passar do tempo, esses equipamentos ficassem mais inteligentes. Dentre as facilidades das câmeras modernas, estão:

  • captura de imagens coloridas em situação de baixíssima luminosidade;
  • sistemas avançados de detecção de movimento, reconhecimento de placas de veículos, identificação de rostos e contagem de pessoas;
  • conexão via Wi-Fi para reduzir a necessidade de passagem de fios e cabos;
  • aproveitamento da infraestrutura de rede ethernet (conexão com cabos de rede RJ-45) por meio de conexões IP. Isso elimina os custos de desenvolvimento de um novo projeto de cabeamento estruturado e de mão-de-obra;
  • altíssima qualidade de imagem;
  • tráfego de imagens mais rápido, graças ao uso de protocolos de compactação mais sofisticados (H.265 e posteriores).

As câmeras de última geração ainda permitem a operação “casada” com uma central de monitoramento integrada, que facilita a identificação de situações de risco e oportuniza a ação imediata dos responsáveis.

As centrais de alarme também são indispensáveis e completam o sistema de vigilância eletrônica. Estes equipamentos podem ser interligados com sensores de variados tipos que disparam quando detectam alguma ocorrência suspeita, como uma invasão, por exemplo.

Tanto as imagens das câmeras quanto os sinais captados pelos sensores e interpretados pela central de alarme podem ser enviados para a empresa de segurança através de reportes por linha telefônica, GPRS ou ethernet ou notificações para smartphones dos clientes, proporcionando vigilância em tempo real.

Para complementar, fique atento se há equipes de segurança fazendo rondas constantes. A presença de pessoas treinadas ajuda a afastar criminosos além de auxiliar o público em situações de emergência ou mesmo orientar em situações mais simples. Preste atenção também no uniforme das equipes de segurança para reconhecê-los facilmente caso haja necessidade.

Controle de acesso ajuda a reconhecer visitantes

As soluções para controle de acesso de pessoas tornam a entrada e saída dos locais mais seguras. Isso porque, estes equipamentos ajudam a identificar os visitantes e colaboradores de uma grande empresa, academias, clínicas, universidades, prédios comerciais ou de espaços compartilhados, como os coworkings e condomínios residenciais, por exemplo. O registro é realizado 24 horas por dia, 7 dias por semana, e o acesso ao local depende de uma senha, de um cartão de aproximação ou de biometria.

Outro ponto positivo desses sistemas é que os dados do visitante ficam registrados no software de gerenciamento, permitindo ter um melhor controle. Ainda é possível bloquear imediatamente a permissão de acesso, tudo por meio mesmo software.

Fonte: Intelbras

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