Inteligência artificial livre de viés

Muitos dispositivos de inteligência artificial são “treinados” por meio de tendências de pensamento humano. O viés de um pensamento faz com que o sistema trabalhe com dados parciais, como se o raciocínio artificial estivesse contaminado por preconceitos.

Cathy O’Neil, matemática e autora do livro Weapons of Math Destruction (Armas de Destruição Matemática), afirma neste artigo da Technology Review que “os algoritmos substituem processos humanos, mas os padrões são diferentes: as pessoas acreditam demais nos algoritmos”.

Com a evolução da inteligência artificial e sua curva de aprendizado, esses conflitos ficarão mais latentes. Em cinco anos, será possível limpar os sistemas de IA de tendências ideológicas, de gênero ou raça. Assim, a inteligência artificial fará seu papel de guiar nossas decisões com maior precisão e sem o viés de quem a programou.

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