É hora de pensar em inteligência aumentada

Em vez de receber recomendações fechadas de uma I.A. que aja como uma caixa-preta, poderemos receber auxílio e explicações que ajudem no processo de decisão

Lançado em 1984, o filme O Exterminador do Futuro imortalizou Arnold Schwarzenegger no papel do T800, o ciborgue que perseguia humanos de forma implacável, graças a um complexo sistema de redes neurais e ferramentas de reconhecimento visual, com interface de realidade aumentada. As tecnologias apresentadas no filme estão mais e mais próximas — e isso pode nos tornar pessoas mais inteligentes e produtivas. É o que diz o argentino Pepe Cafferata, head para a América Latina da QuantumBlack, consultoria de data analytics incorporada pela McKinsey em 2015. Especialista em processos de inovação e transformação digital, Cafferata passou os últimos oito anos ajudando empresas de todos os setores a transformar expressões mágicas como machine learning e advanced analytics — entre muitas outras — em inovações reais para a indústria e para os consumidores. Com um trabalho baseado na integração de equipes multidisciplinares e na conexão entre demandas de mercado e novas ferramentas de análise de dados, ele acredita que as próximas ondas de tecnologia serão guiadas pela união entre homens e máquinas.

 

Fonte: Época Negócios

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